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LUA NOVA
LUA NOVA (The Twilight Saga: New Moon,
de Chris Weitz) é a continuação do estrondoso sucesso
Crepúsculo, de 2008. Faz um sucesso estrondoso
entre os adolescentes, apesar de, como o seu antecessor,
ser muito fraco. Crepúsculo, no entanto, tinha
a seu favor o ineditismo. Afinal, não é todo o dia em
que vampiros se controlam para não saírem por aí sugando
o sangue de reles mortais. A outra exceção é a boa série
da HBO, True Blood.
Em LUA NOVA, continua a saga de Bella (Kristin
Stewart), apaixonada pelo vampiro Edward (o fraco ator
Robert Pattinson). Aqui, ela entra em crise de identidade
porque ao fazer 18 anos, vê que está envelhecendo, enquanto
que seu amado Edward terá para todo o sempre 17 tenros
anos de idade. Ao mesmo tempo, ele decide afastar-se
dela, para evitar que a amada fique em perigo (o que
é contraditório, afinal, não seria mais sensato ele
ficar ao lado dela para defendê-la de perigos?). O rapaz
chega a se refugiar no Rio de Janeiro, que é o mostrado
de dentro de uma maloca, onde ao fundo vê-se a imagem
digital do Cristo Redentor.
Sem Edward por perto, Bella começa a ser cortejada por
seu amigo e confidente, o indígena Jacob (Taylor Lautner,
outro afeito a caras e bocas, em péssima interpretação),
que guarda um segredo e ao mesmo tempo é uma maldição
para o seu povo. E dá-lhe mostras de músculos, para
delírio das garotinhas, e efeitos especiais - por sinal,
fraquíssimos - para os garotos.
LUA NOVA acaba não se sustentando, preso a um
roteiro fraco e atuações desastrosas. Mas, quando se
tem 15 anos, o que importa?
LUA NOVA (The Twilight Saga: New Moon,
EUA, 2009)
Direção: Chris Weitz.
Elenco: Kristen Stewart, Taylor Lautner, Robert
Pattinson,Billy Burke, Ashley Greene.
Cotação: *
500 DIAS COM ELA
Tom (Joseph Gordon-Levitt, do extinto seriado Third
Rock From The Sun e do filmaço Killshot)
é aquele rapaz que acredita no amor. E isso se torna
mais real em sua vida no dia em que conhece a bela Summer
(Zooey Deschanel, de Fim dos Tempos e Sim,
Senhor). O problema, no entanto, é que ela descrê
em um amor verdadeiro. Tudo é uma grande bobagem para
ela, que até aceita namorar Tom em 500 DIAS COM ELA
((500) Days of Summer, de Marc Webb), mas
nunca se envolvendo realmente.
A grande sacada de 500 DIAS COM ELA é que o filme
não segue uma cronologia definida. A história vai alternando
os dias, por exemplo do 50 para o 250, voltando para
o 100 e daí indo para o 450, depois retornando para
o 98, mostrando as alterações que o romance provoca
em Tom, o qual vai da euforia à depressão, pois sabe-se
desde o começo que o relacionamento entre a secretária
e o arquiteto frustrado (para sobreviver fora de sua
área, ele escreve mensagens para cartões de casamentos
e namoros) está fadado ao fracasso.
Uma das cenas que, certamente, entrará para as clássicas
do cinema, é a dança de Tom com vários figurantes numa
praça, depois de ele transar com Summer pela primeira
vez.
A trilha sonora, incluindo os oitentistas The Smiths
(do vocalista Morrisey) e Daryll Hall and John Oates
(quem não se lembra de Maneater?), a clássica dupla
Simon and Garfunkel, e os novatos do Wolfmother dão
um sabor mais especial a este belo filme, que é para
ser visto mais de uma vez. Com certeza.
500 DIAS COM ELA ((500) Days of Summer,
EUA, 2009)
Direção: Marc Webb.
Elenco: Joseph Gordon-Levitt, Zooey Deschanel,
Clark Gregg.
Cotação: ****
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